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Carta de taxista indignado com a situação dos aplicativos

Caros senhores,

         Quero aqui  desabafar algo que tenho engasgado nos dias atuais, com relação a nossa situação taxista. Na ultima audiência pública realizada na Câmara Municipal de São Paulo, não foi possível em expor minhas ideias e indignação a situação que por hora atravessamos em a chegada dos aplicativos no setor de transporte de passageiros.

     Sou um taxista legitimo e mesmo assim não recebe por parte das autoridades competentes  o respeito merecido  para a nossa  sobrevivência, o respeito que me é devido, pois são essas lideranças  as únicas entidades que poderia nos ajudar e nada de  positivo  vimos até agora.

    Confesso estar envergonhado diante de tanto descaso, desconsideração e falta de  representação de todos em quem confiei. Nossa categoria esta sendo tratada com descaso, pois está sendo desprezada pelas leis federais e municipais, servindo, apenas paras angariar sucesso aos que simpaticamente, nos prometem, prometem e não vemos nada que nos favoreça.

    Nossa situação é grave e continua igual ao inicio do processo de aceitação dos aplicativos. Continuamos com perda de corridas, baixa rentabilidade, aumento de horas de trabalho, chegando até 18 horas de serviço por dia para tentar assumir com nossos compromissos.

    Não reconhecimento de nossos esforços pelas autoridades e  todos aqueles que se dizem líderes desta categoria, seja político  ou sindicalista, é uma verdadeira manipulação, contra a nossa vontade, só nos dão a palavra e opiniões, mais de concreto em nosso favor, nada.

   Quando teremos esses clandestinos punidos pelas autoridades? Quando a exigência de identificação visível de que uma prestação de serviços controlada? Dias, semanas, meses se passam e nos navegadores das ruas de São Paulo, continuamos na expectativa e no aguardo, como as criancinhas aguardam o Papai Noel para receber um presente de fim de ano.

    Na realidade estão  nos tratado como fosse crianças, que em cada conversa suje um fato novo. Nossas esperanças é um  dia  metade do que esperavam. Quando nossos Papais Noéis viram em nosso socorro? Quando poderemos chegar em casa, alegres com  nossa família, dando uma condição digna de vida digna que sempre tivemos, e hoje estão sofrendo juntos, com os mesmos sentimentos de dever cumprido, podendo dar alimentos e satisfação à esposa e filhos que sempre nos esperam diariamente.

     Confesso estar envergonhado: com a necessidade que um homem de bem de ter um trabalho digno sem manchas e receber do poder público suporte para  a nossa sobrevivência.

   Mas alegro-me por ter sido  recebido, pelas mãos do Sr. Vereador Salomão Pereira, a oportunidade de expressar mina angústia e indignação perante atos tão injustos e descaracterizados. Meu muito obrigado pela oportunidade em expressar minha opinião que com certeza é da maioria dos companheiros taxistas desta cidade que vivem sem representação. Hiram Borges de Carvalho, Taxista.

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