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Fabricante de taxímetro diz que são roubados o taxista e passageiro pelo taxímetro virtual

  “Taxímetro virtual nunca dá o valor exato ao o passageiro e ao taxista. Ambos tomam prejuízo. Ora o passageiro paga mais, ora o taxista recebe menos. O poder público precisa levar em conta que não se pode ter cobrança de passageiro na cidade de São Paulo, sem que o aparelho desta cobrança seja auferido pelo  Instituto de Pesos e Medidas do Estado de São Paulo IPEM”.

    “Como fabricante de taxímetros eletrônicos, temo solução, dando ao passageiro o valor correto do pagamento pela  corrida, seja motorista de  táxi ou “Transporte Público Privado”, com uma interface “Bluetooth” entre o aplicativo e o taxímetro, que já tem na maioria dos taxímetros”.

    “No meu ponto de vista, esses carros que estão sendo autorizados para o serviço “ Público Privado” na atividade de Transporte Individual de Passageiros, também deveriam ter o taxímetro instalado e auferido pelo IPEM, mesmo com placa particular. Quem quer viver desta atividade que há mais de 100 anos é dedicada aos taxistas, tem que seguir os mesmos procedimentos de exigências”.

    “A Lei Federal 12.468 assegura todas as cidades brasileiras com mais de 50 mil habitantes o uso  taxímetro no serviço de táxi. O que não podemos aceitar é ter 40 mil taxistas trabalhando legalmente e ter mais 40 mil carros particulares praticando tarifa diferente  sem o controle do poder público e sem taxímetro, se espelhando em taxímetro virtual que pode dar  prejuízo ao passageiro e ao taxista acima de 30%. Não há precisão nesta prestação de serviço renumerada. O pior é quando o passageiro reclama na imprensa diz que tomou um táxi e não um veículo que usa o aplicativo Uber”.

     “O que estar errado é esses motoristas trabalhar por meio de aplicativos  praticando cobrança abaixo do serviço de táxi. Como o Departamento de Transportes Públicos DTP, assumiu o controle deste serviço, pode exigir  na vistoria do veículo do “Público Privado” o taxímetro em seus carros e expedir autorização ao  IPEM, auferir o mesmo em categoria particular”  citou Dery fabricante dos aparelhos Mig.

    “Um aplicativo como o Uber, estabelecer sua própria tarifa, é um desfeito para administração pública. Eles não estão criando emprego, pelo contrário desemprego, entre os taxistas, que transportam nossos filhos, com o controle do poder público e confiança. Esses motoristas de aplicativos, sem controle podem fazer o que bem entendem, mesmo usando o taxímetro virtual. E não oferecem segurança à quem usa o seu serviço. Vejo isso uma concorrência desleal, e o setor público, fechar os olhos com vasta solução no mercado da tecnologia para resolver o problema”.

   “Políticos e juízes corruptos são o combustível para o desenvolvimento desta prática ilegal em nosso país, prejudicando toda uma categoria de mais de 180 mil famílias pelo Brasil. Tem juízes fazendo a sua própria lei, quando na realidade, deveria exigir o cumprimento das eleis existentes, seja na esfera, municipal, estadual ou federal”.

      “O contexto para a formação de tarifas do serviço de táxi, está antiquado e atrasado.  O serviço de táxi vem sendo caro pelo o que é praticado por essas empresas de aplicativos, criando sua própria tarifa. O taxista tem o táxi como meio de sobrevivência e esses motoristas, fazem bico. Assim, o taxista cada dia vem perdendo o seu espaço de trabalho  para essas empresas, que estão explorando quem a elas prestam serviços, visando apenas sua  margem de lucro de 25 a 30% de todas as corridas realizadas por esses motoristas. Que a meu ver estão pagando para trabalhar e o poder público não vê isso”, protestou Dery.

     O prefeito aprovou uma licitação com uma empresa de aplicativo, ignorando, bandeirada e hora parada, levando em conta apenas o valor do quilômetro rodado de R$ 2,75. Seja ele qual for a cobraça, mais tem que ter o controle do poder público e do IPEM.

    O taxímetro virtual, não dá valor correto do serviço prestado. A maioria dos taxímetros atuais já tem “Bluetooth” para atender as empresas de aplicativos, fornecendo o valor correto ao passageiro e taxista. “Basta que o poder público exija destas empresas de aplicativos esta conexão eletrônica, que já usada nos veículos atuais”, finalizou Dery, fabricante dos aparelhos Mig. 

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